terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Transportadores de vans escolares protestam em frente a Prefeitura

O protesto é contra mudança nas regras para o transporte escolar.

Moristas de vans escolares realizavam um ato em frente ao prédio da Prefeitura de São Paulo, no Viaduto do Chá, região central da capital paulista. Os manifestantes protestam contra um portaria, publicada neste mês, que estabelece novas regras para o transporte escolar.
Cerca de 300 pessoas participavam do protesto, as novas regras estabelecidas pela Prefeitura afetam a gratuidade do transporte disponibilizado aos estudantes.

A administração municipal, por sua vez, afirma que as mudanças não implicam em cortes na gratuidade e que o cadastramento dos alunos está sendo realizado e analisado agora, antes das aulas. 

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Carro capota na Marginal Tietê no dia de aumento do limite de velocidade

Um carro capotou na pista central da Marginal Tietê na altura da Ponte Orestes Quércia, Zona Norte de São Paulo, no sentido Castello Branco na tarde desta quarta-feira (25). Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), não houve vítimas e a pista já foi liberada. As pistas das marginais Tietê e Pinheiros tiveram os limites de velocidade aumentados pela Prefeitura. As novas velocidades entraram em vigor nesta quarta. Na pista central, a velocidade mudou de 60 km/h para 70 km/h.
Na madrugada, por volta de 1h30, foi registrado um acidente na Marginal Pinheiros: o motorista do automóvel, que seguia no sentido Rodovia Castello Branco, perdeu o controle do veículo e bateu em um muro na altura da Ponte Cidade Jardim, na Zona Oeste de São Paulo.

Pistas expressas
Carros e motos: de 70 km/h para 90 km/h;
Caminhões: mantida a 60 km/h.
Pista central (na Marginal Tietê)
Carros e motos: de 60 km/h para 70 km/h;
Caminhões: mantida a 60 km/h.
Pistas locais
Todos os veículos: de 50 km/h para 60 km/h;
Faixas da direita, ao lado das calçadas e nos corredores de ônibus: mantida a 50 km/h.
Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), os radares passaram a operar desde a madrugada com as novas velocidades.

Fonte:G1

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Alta dos combustíveis pode impactar em até 1,2% o custo do frete

A partir do reajuste de preço dos combustíveis praticado pela Petrobras desde a última quinta, 05 de janeiro, o Departamento de Custos Operacionais, Estudos Técnicos e Econômicos da NTC&Logística – DECOPE – realizou um estudo para prever o impacto direto no custo operacional dos caminhões. 

Sendo um aumento de 6,1% no preço do diesel em média, na refinaria. A análise levou em conta o provável reajuste integralmente repassado de 3,8% na bomba, isto é, cerca de R$ 0,12 por litro, segundo Neuto Gonçalves dos Reis, diretor técnico da NTC&Logística. 
O cálculo considerou o consumo de combustível de um caminhão trator 4x2 tracionando carreta furgão de três eixos, com capacidade para 26,2 toneladas de carga. “A previsão é que o custo tenha um aumento médio de 0,85% (distâncias de 800 km), mas o número pode variar para mais ou para menos de acordo com a distância percorrida pelo veículo”, explica Neuto. 

Para quilometragens longas (2,4 mil km), o aumento pode chegar a 1,10%. Ainda de acordo com o estudo, o custo do caminhão pesado poderá sofrer um impacto de 0,15% quando o trajeto for de 50 km, 0,65% em um trajeto médio de 400 km e 1,22% quando o trajeto for muito longo. Deve-se levar em consideração que estes valores foram baseados em carga lotação e, dependendo da operação, a representatividade do combustível varia de 15% a 40%. 
Em operações urbanas ou rotas curtas, o combustível pode representar entre 15 e 20% do custo de operação. Já em uma operação rodoviária, por exemplo, do agronegócio, onde são utilizados veículos pesados que percorrem grandes distâncias, o peso do combustível pode subir para 40% ou mais.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Taxistas de Ribeirão prostestam contram uber

Grupo protestou na Prefeitura contra aplicativo de transporte privado.

Os taxistas de Ribeirão Preto estão reclamando sobre a concorrência desleal do "app pirata" que tem causado crise no setor.
"Nós viemos pedir para o prefeito que ajude nossa classe que anda meio sacrificada, porque a gente está sendo de certa forma combatido por aplicativos e a gente está conseguindo respirar muito pouco hoje. O que gente busca é uma ajuda do poder público pra ver se consegue combater esses aplicativos aqui no nosso município", afirma Aparecido Mariano, diretor presidente de uma cooperativa de táxis em Ribeirão.

O aplicativo que possibilita o transporte particular está em funcionamento em Ribeirão Preto desde setembro do ano passado. Em novembro, além do cartão de crédito, passou a aceitar dinheiro no pagamento das corridas.

Segundo Aparecido Mariano, a despeito da aceitação do aplicativo entre os usuários, os motoristas contratados por intermédio do aplicativo não recolhem impostos como os taxistas.
"O que nós temos é despesa, pagamos impostos, recolhemos muitos impostos. Esse aplicativo não gasta um centavo em pneu, com combustível, com nada", reclama.
O taxista Alessandro Janiak defende que a categoria, que conta em torno de 700 profissionais no município, é a única autorizada por lei a prestar serviço de transporte na cidade.
"Nós somos taxistas e licenciados, pagamos nossos impostos corretamente, temos carro de aluguel, ou seja, com chapa vermelha, que são os únicos autorizados pela Prefeitura e até em lei federal a atuarem no transporte individual de passageiros. E é isso que nós estamos querendo, que nosso direito seja resguardado", disse.
 

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