domingo, 9 de outubro de 2011

Iniciativas da prefeitura de SP para a Copa de 2014

Pereira: taxista é peça fundamental





Tema foi exposto por diretor do
DTP na Taxipoint, a convite 
do Jornal do Transporte


A importância do táxi nos deslocamentos urbanos foi o fio condutor da palestra do diretor do Departamento de Transporte Público (DTP), Helder Pereira, na 4ª edi-ção da feira Taxipoint, que aconteceu na capital paulista, no Centro Imigrantes, nos dias 16 e 17 de setembro. O convite foi feito pelo Jornal do Transporte, dada a necessidade dos leitores se prepararem para a recepção dos turistas no maior evento esportivo mundial que será sediado finalmente pelo Brasil. “O táxi é um meio de transporte de extrema importância em complementação ao transporte público urbano, pois se adapta à necessidade do usuário”, disse. Na maior cidade da América Latina, é o Departamento de Transpor-tes Públicosque realiza planejamento de demanda, cria bolsões de estacionamento de táxis, elabora planejamento de suporte do setor de Fiscalização e distribui credenciais para taxistas que têm interesse em transportar passageiros em um determinado evento. Em 2010, São Paulo comportou 215 grandes eventos e até agosto de 2011, esse número era 165, com pers-pectiva de superar o ano anterior. Até o final do ano, estima-se um total de 55 mil partidas de táxi a partir desses eventos, ou seja, são pessoas ou grupos que se deslocam por meio de táxi. E a perspectiva é a de que os números continuem cres-cendo. Segundo dados do departamento, a frota de táxi da cidade está bastante adequada para o recebimento dos turistas: é de 32.578 veículos, dos quais 30.389 são veículos flex (93,28%); 93,5% possuem menos de 5 anos. “O taxista é peça fundamental não somente na prestação de seus serviços de transporte, mas também na disseminação do que a cidade pode oferecer para o turista. Quando um turista é bem recebido, a cidade, além de voltar a recebê-lo, pode receber mais turistas indicados por ele. Nesse aspecto, o taxista deve ser educado, trajar-se adequadamente, conhecer os pontos turísticos da cidade, e, acima de tudo, ser ético – cobrar somente aquilo que lhe é permitido por lei”, frisa.

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