quarta-feira, 29 de junho de 2016

Taxista protesta contra o Uber



Homem se acorrentou em poste de luz e exige reunião com Haddad.
Taxistas deixam de ganhar até R$ 120 por dia devido ao app.

Um taxista em protesto se acorrentou a um poste de luz em frente à Prefeitura de São Paulo, no Viaduto do Chá. De acordo com o vereador Adilson Amadeu, o taxista, chamado Anselmo, promete permanecer no local até que uma comissão de motoristas de táxi seja recebida pelo prefeito Fernando Haddad  para discutir a regulamentação de aplicativos de carona como o Uber.
Anselmo é taxista há 19 anos e se acorrentou no local por volta das 11h desta quarta-feira “em defesa dos taxistas”, segundo Amadeu. O vereador contou que alguns taxistas afirmam deixar de ganhar até R$ 120 por dia por conta da concorrência, que ele classificou como “desleal”, com os motoristas do Uber.

 “A categoria não está querendo fazer nenhum tipo de baderna. Não tá travando avenida nem rua, mas quer respeito do prefeito. A situação tá ficando mais difícil todos os dias. Os taxistas não tão conseguindo trabalhar devido a essas empresas que não tão respeitando nem o decreto da Prefeitura”, disse Amadeu.

O decreto a que se refere o vereador é o publicado por Haddad em 11 de maio deste ano. De acordo com a publicação, o funcionamento de empresas como o Uber está liberado mediante a compra de créditos. Os motoristas passariam, então, a pagar pelo uso da viário e cada quilômetro custaria em média R$ 0,10. O decreto, no entanto, não estaria sendo respeitado, segundo os taxistas.

Amadeu afirmou que a Prefeitura chegou a sugerir que uma comissão de taxistas se reunisse com o secretário municipal de Relações Governamentais, José Américo, nesta quarta-feira, para discutir as reivindicações da classe. A proposta foi rejeitada pelos manifestantes, que exigem falar diretamente com Haddad.

Ainda segundo o vereador Amadeu, um grande grupo de taxistas deve se reunir em frente à Prefeitura para engrossar o protesto contra o Uber a partir das 16h.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Prefeitura de Santo André ignora taxistas

Odemar Ferreira -  Presidente do Sindicato dos Taxistas Autônomos de Santo André e Região
Edmam Coimbra - Editor do Jornal do Transporte


Consórcio Intermunicipal Grande ABC tira da pauta 
de reuniões discussão sobre o aumento da tarifa


O prefeito de Santo André Carlos Alberto Grana em reunião mensal com o Consórcio Intermunicipal Grande ABC ignorou pedido, do Sindicato dos taxistas autônomos de Santo André e Região.
O tema a ser discutido da categoria era a respeito do aumento de tarifa ( na qual o ultimo reajuste foi há mais de 1 ano), mas a prefeitura ignorou o assunto e tirou da pauta do dia deixando para o próximo mês, com o pretexto de assuntos mais importantes.

O presidente Odemar Ferreira fica indignado com a resposta da prefeitura, já que a categoria representa o meio de transporte publico da cidade e regiões e não é pouca coisa.
Sem os taxistas na região causa um caos na cidade.


sexta-feira, 24 de junho de 2016

Detran.SP alerta para importância do uso do cinto de segurança nos bancos dianteiro e traseiro

A utilização do equipamento reduz em até 75% o risco de morte em caso de colisões. Há um ano, o cantor sertanejo Cristiano Araújo e sua namorada morreram em um acidente de carro e estavam sem cinto

Há um ano o cantor sertanejo Cristiano Araújo e sua namorada, Allana Moraes, morreram em um grave acidente de carro e ambos estavam sem o cinto de segurança. Assim como eles, segundo uma pesquisa da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), 53% dos passageiros não utilizam no banco de trás esse dispositivo, que reduz consideravelmente o risco de morte em caso de colisões. Por isso, o Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP) faz um alerta sobre a importância do uso do cinto de segurança por todos os ocupantes de um veículo.

Conforme prevê o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), a utilização do cinto de segurança é exigida a todos os motoristas e passageiros de automóveis. Ele é dispensável somente nos veículos em que é permitido o transporte de pessoas em pé, como os ônibus urbanos e micro-ônibus produzidos até 1º de janeiro de 1999.

Deixar de utilizar o cinto de segurança é infração grave, com multa de R$ 127,69, além de cinco pontos na habilitação do condutor. Em 2015, o Detran.SP aplicou um total de 158.859 multas no perímetro urbano pela falta do uso de cinto de segurança, tanto por condutores quanto por passageiros.

Além do Detran.SP, por meio da Polícia Militar, as prefeituras e órgãos de trânsito rodoviários, como o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) também fiscalizam o uso do equipamento.

Estudo da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet) mostra que o cinto de segurança no banco da frente reduz o risco de morte em 45% e, no banco traseiro, em até 75%.

“Uma multa é o menor dos problemas que uma pessoa pode ter ao não usar o cinto de segurança. Utilizar o equipamento é fundamental para prevenir sequelas e mortes em acidentes de trânsito”, ressalta Neiva Aparecida Doretto, diretora-vice-presidente do Detran.SP.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Sindicatos patronais do Transporte Rodoviário de Cargas entram na justiça para discutir a obrigatoriedade do exame toxicológico na admissão e demissão de motoristas

As ações judiciais foram protocoladas na Justiça Federal de Itajaí, Florianópolis e Videira, em SC. O pedido busca suspender provisoriamente a exigência da Portaria do Ministério do Trabalho e Emprego – MTE (116/15),  que trata da obrigatoriedade do exame toxicológico na admissão e demissão de motoristas profissionais. Segundo o advogado responsável pelas causas, Cassio Vieceli, alguns pontos tratados na Portaria são inviáveis de serem aplicados pelas empresas. Com essas determinações, os empresários estão enfrentando problemas, tais como: altos valores do exame ( que variam de R$ 350 a R$ 400), que deveriam ser custeados pelo Governo; a falta de laboratórios credenciados; e outros pontos na legislação que não são claros. “ Se uma empresa contrata um motorista hoje, ela não terá o exame concluído no mesmo dia. Este, certamente vai demorar pelo menos 30 dias. E aí, se é constatado algo irregular no exame do motorista, o que o transportador faz?”, questiona Vieceli.

Outra questão que consta no pedido feito pelos sindicatos patronais - Seveículos ( Itajaí), Sintravir ( Videira) e Sindicargas  ( Florianópolis), é a forma de como o exame é realizado: através de fio de cabelo. É um tema que ganhou destaque da Associação Nacional de Medicina do Trabalho, em uma nota divulgada em novembro.  Em um trecho da nota, a ANAMT frisa que “ Estudos recentes colocam em dúvida a confiabilidade do teste para o uso de canabinóides (derivados da “maconha”), como o publicado em outubro passado pela renomada Revista Nature. O estudo conclui que “canabinóides podem estar presentes no cabelo de indivíduos não usuários porque podem ser transferidos por mãos, sebo, suor de usuários ou mesmo pela fumaça do ambiente” (tradução livre para o português)”.

Para o setor, o exame é uma grande conquista, de acordo com o advogado, mas não na forma como se apresenta. O objetivo da Lei é de preservação da integridade física do motorista e todos os demais usuários de rodovias. O que a categoria busca através de processos judiciais é mudança na forma da aplicação da portaria. O pedido liminar feito pelos sindicatos de Santa Catarina busca a suspensão provisória da obrigatoriedade da exigência deste exame na admissão e demissão, até que a situação seja regulamentada e possível de ser cumprida. Inclusive, o advogado Cassio Vieceli afirma que já tramita um projeto de Lei na Câmara Federal, que visa esta mudança.

terça-feira, 14 de junho de 2016

Caminhoneiros podem participar de avaliações gratuitas

Nos dias 15 e 16 de junho, serão checados, gratuitamente, itens da parte mecânica e de segurança na Rodovia Castello Branco, km 57 (sentido São Paulo)

Desenvolvido pelo GMA – Grupo de Manutenção Automotiva, o Programa Caminhão 100%, que tem como objetivo conscientizar motoristas de caminhões sobre a manutenção preventiva, como forma de melhorar a segurança no trânsito, avaliará componentes de caminhões, gratuitamente, nos dias 15 e 16 de junho, das 10 h às 17h na Rodovia Castello Branco, km 57 (sentido São Paulo), estrada administrada pela concessionária ViaOeste, do Grupo CCR. Na ocasião, serão checados itens da parte da mecânica e de segurança dos caminhões.

A ação, realizada mensalmente, completa seis anos. Iniciou na Rodovia Presidente Dutra e, no mês de junho de 2013, o trabalho foi para a Rodovia Castello Branco.

A iniciativa é uma parceria do GMA- Grupo de Manutenção Automotivo, com o Grupo CCR por meio do programa Estrada para a Saúde.

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Loggi é a terceira empresa mais inovadora da América Latina, segundo a Fast Company

A prestigiada revista selecionou a Loggi por seu modelo de negócios inovador que expande o same-day delivery com benefícios para clientes e motoboys

A Loggi, empresa que tem revolucionado o mercado de logística no Brasil, foi eleita pela publicação Fast Company a terceira companhia mais inovadora da America Latina. Fundada em 2013, a startup brasileira ganhou o reconhecimento pela criação de uma plataforma que oferece total controle e transparência para o cliente.

Por meio de sua avançada tecnologia, que envolve algoritmos e geolocalização, o serviço entrega uma interface fácil e descomplicada para o usuário. Na plataforma, é possível calcular os valores antes da solicitação, ter acesso ao mensageiro mais próxímo e acompanhar em tempo real o serviço solicitado.


O idealizador do projeto é Fabien Mendez, que é francês e trabalhava em um banco de investimentos em São Paulo e foi fisgado por uma ideia quando andava pelas ruas da cidade.
"O Brasil é um dos maiores mercados no motofrete. São 200 mil motoboys apenas em São Paulo. E a profissão surgiu de forma natural, para atender uma demanda. O país é muito burocrático - para resolver tudo é preciso ir e voltar no cartório. E o trânsito nas grandes cidades não é veloz. Em São Paulo, a velocidade média é de 18 km/h", explicou Fabien, mostrando que muito mais que um 'ideia genial', sua startup é fundada sobre dados e informações relevantes do mercado. "Não existe uma escola para empreender. A melhor forma de aprender e empreendendo", acrescentou. 

A Loggi foi criada como uma plataforma para conectar motoboys e seus clientes, usando um aplicativo de celular. É semelhante à Uber em sua mecânica, mas soluciona um mercado totalmente diferente, melhorando as relações entre as duas partes envolvidas neste serviço. "Hoje existem muitos parceiros nossos que fazem entre R$ 4 mil e R$ 5 mil por mês", comentou Fabien, orgulhoso. "Geramos um círculo virtuoso, com clientes satisfeitos com o serviço e motoboys felizes, trabalhando como autônomos e sendo devidamente remunerados", completou. 

Como funciona a Loggi

A Loggi conecta usuários de serviços de entregas expressas com mais de 2000 motoboys através de uma plataforma digital, oferecendo acesso na palma da mão dos clientes.

São três os serviços que podem ser obtidos na Loggi, por computador ou app, ou de forma integrada a seus parceiros de comércio eletrônico:

Loggi Já - Proporciona entregas expressas imediatas. Uma vez chamado, o motoboy leva apenas 7 a 15 minutos para chegar ao ponto de coleta e pode fazer até 15 entregas em pontos diferentes na mesma corrida.

Loggi Expressa - Modalidade mais econômica, possibilita entregas em até 4 horas, permitindo uma redução de custos de quase 40%.

Loggi PRO - Solução integrada ao e-commerce que garante o same-day delivery a custos muito competitivos.

Os serviços da Loggi são destinados a empresas e pessoas físicas e estão disponíveis na capital e nas outras cidades da Grande São Paulo, Rio de Janeiro, Niterói e Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Para se cadastrar na Loggi, um motoboy precisa cumprir com uma série de requisitos, mas os três mais importantes são uma CNH especial para motofrete, a licença fornecida pela prefeitura local e uma empresa aberta, um CNPJ. O próprio sistema fiscaliza documentos e prazos, informando aos colaboradores quando algo está perto do vencimento. "Escolhemos trabalhar apenas com pessoas regulamentadas. A regularização é boa para a qualidade do parceiro, certifica que ele tem tudo necessário para fazer o serviço corretamente", pontuou Fabien. 


quinta-feira, 9 de junho de 2016

Adicional de periculosidade por uso de moto não se restringe aos motoboys



Qualquer trabalhador que, para trabalhar precisa se deslocar de moto, deve receber adicional de periculosidade. O entendimento é da 3ª Vara do Trabalho de Brasília em um caso envolvendo um montador de móveis. Para o juízo, qualquer que seja a função, haverá a incidência do adicional de periculosidade sempre que houver utilização de motocicleta para o desempenho das atividades laborais.

Ao pedir a condenação da empresa ao pagamento de adicional de periculosidade, com base no artigo 193, parágrafo 4º, daCLT, o trabalhador disse que desempenhava atividades de montador dos móveis comercializados pela empresa e que, para deslocar-se até os locais para realizar seu serviço, utilizava motocicleta própria.

A empresa, por sua vez, sustentou ser inaplicável ao caso a Lei12.997/2014, que alterou o artigo 193 da CLT, uma vez que o trabalhador não desempenhava atividade típica de motoboy e porque o autor da reclamação utilizava-se de sua motocicleta por opção própria, já que poderia utilizar-se de outro meio de transporte.

O juiz em exercício na 3ª Vara lembrou, em sua decisão, que o artigo 193, parágrafo 4º, da CLT diz que as atividades de trabalhador em motocicleta também são consideradas atividades ou operações perigosas, na forma da regulamentação aprovada pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Para o magistrado, não há, na redação do dispositivo legal, espaço para restringir a aplicação do adicional de periculosidade apenas aos motoboys ou aos empregados exercentes de atividades similares.

“O requisito estabelecido pela lei é atividades de trabalhador em motocicleta. Assim, qualquer que seja sua função, haverá a incidência do adicional de periculosidade se houver utilização de motocicleta para o desempenho das atividades laborais, como é a situação incontroversa dos autos”, disse o juiz.

Além disso, ressaltou, a norma em questão também não condiciona o pagamento do adicional de periculosidade à possibilidade ou não de utilização de outro meio de transporte. “Sua promulgação decorreu dos elevados índices de acidentes de motocicletas no país, especialmente de trabalhadores no exercício de suas funções, tornando essa espécie de infortúnio uma verdadeira epidemia. Houve mero reconhecimento da lei de que a atividade profissional desempenhada por quem se utiliza de motocicleta para trabalhar é perigoso”.

No caso dos autos, disse o magistrado, a utilização da motocicleta era habitual e consumia razoável tempo da jornada de trabalho desempenhada. Segundo a prova testemunhal, eram percorridos cerca de 100 a 140 km por dia. “Trata-se de uma exposição frequente ao risco”, concluiu o magistrado ao julgar procedente o pedido e determinar o pagamento do adicional de periculosidade, no percentual de 30%, sobre as verbas salariais, com reflexos em repouso semanal remunerado, aviso prévio, férias com o terço constitucional, 13º salário e FGTS com a multa de 40%. Com informações da Assessoria de Imprensa do TRT-10.

Processo 0001210-54.2015.5.10.003.

Fonte: Conjur

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Operação encontra irregularidades em vans escolares em Prudente

Foram vistoriados 37 veículos em Presidente Prudente.

A Operação Caminhos da Escola autuou três das 37 vans escolares vistoriadas em Presidente Prudente. A ação foi realizada em conjunto com a Secretaria de Assuntos Viários (Semav), Departamento Estadual de Trânsito (Detran-SP) e Polícia Militar durante dois dias. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (9).

De acordo com o assessor de secretaria da Semav, Renato Gouvea, um dos veículos autuados estava com os pneus sem as devidas condições de circulação e teve a documentação apreendida pela PM. Já um outro motorista não apresentou a credencial exigida e foi multado administrativamente pela Semav.
A última autuação foi dada pelo Detran, pois o proprietário da van não portava a vistoria do órgão. 

"Como a fiscalização foi conjunta, cada um [Semav, PM e Detran-SP] vistoriou a parte de sua competência", explicou Gouvea.
Ainda conforme o assessor, a fiscalização teve o objetivo de vistoriar a documentação e, principalmente, a segurança do transporte dos alunos, de acordo com o que exige as normas do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

"O intuito é preservar a vida das crianças. Como são vans escolares, esperamos que todas estejam de acordo com a lei. A gente gostaria que não tivesse nenhuma irregularidade", enfatizou.
Ele informou que a fiscalização é feita regularmente ou quando há denúncias. "Fazemos quantas forem necessárias. Como o semestre está acabando, já pretendemos fazer outra operação assim que as aulas retornarem", pontuou o assessor.


segunda-feira, 6 de junho de 2016

Link do site do SINDICAM-SP passa a ser apresentado na pagina do Ministerio dos Transportes

Desde a última segunda-feira, o link para o site do SINDICAM-SP pode ser acessado na página do Ministério dos Transportes, na página: Links Interessantes. A decisão de inserir o link para o site do SINDICAM-SP se deu em razão do conteúdo apresentado no site da entidade que vai ao encontro dos interesses do Transportador Autônomo de São Paulo e do Brasil.


Fonte:http://www.transportes.gov.br/component/content/article/52-sistema-de-transportes/3334-links-interessantes.html

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Táxi Preto está autorizado a pegar passageiros nas ruas


O prefeito Fernando Haddad, após muitas reclamações de taxistas decidiu autorizar os táxis pretos a pegar passageiros nas ruas da capital.

Antes essa mesma categoria só era permitida buscar passageiros via aplicativo, os motoristas terão que instalar taxímetros e poderão colocar luminosos. Com tarifa cerca de 25% mais cara do que os convencionais, os táxis luxo poderão ainda praticar a tarifa mais barata, igual à dos taxistas do modelo branco, cujos carros são mais simples.

Os motoristas do táxi preto foram os que mais reclamaram da recente legalização do Uber, com o argumento de que desembolsaram R$ 60 mil no alvará e investiram cerca de R$ 80 mil para comprar modelos de carro exigidos.
Muitos deles procuraram a Secretaria Municipal de Transportes para dizer que estavam endividados.