quinta-feira, 14 de junho de 2018

14 de junho é o Dia Mundial do Doador de Sangue

Comemorar a data fazendo uma doação ajuda a salvar vidas!

Nesta quinta-feira, 14, é comemorado o Dia Mundial do Doador de Sangue, e todos podem participar desta data fazendo sua doação na Fundação Pró-Sangue. Os tipos sanguíneos O positivo e O negativo são os que estão em situação mais crítica no estoque da Fundação, mas doações de todos os tipos são bem vindas.
Para doar é necessário estar em boas condições de saúde, ter entre 16 e 67 anos, pesar no mínimo 50k, estar descansado e bem alimentado e portar um documento original com foto emitido por órgão oficial. Escolha um dos postos da Pró-Sangue no site da Fundação e faça sua doação.

Fonte: Portal do Governo do Estado de São Paulo.

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Inspeção veicular será obrigatória em todo o Brasil até 2020

Carros para até sete passageiros a partir de três anos de uso serão vistoriados a cada dois anos

O Contran (Conselho Nacional de Trânsito) determinou a realização da inspeção veicular em todo o país.
Os órgãos estaduais de trânsito (Detran) terão até 31 de dezembro de 2019 para iniciar o Programa de Inspeção Técnica Veicular.
Participarão da vistoria todos os veículos de até sete passageiros, com mais de três anos de uso, e veículos de passageiros fabricados há menos tempo, mas que tenham sofrido acidente com danos médios ou graves.
Nesse caso, porém, o próprio Contran ainda não explicou como será realizada esta avaliação dos danos.
Haverá cobrança de taxa pela inspeção técnica veicular (ou ITV, sigla atribuída ao projeto da vistoria), cujo valor ainda não foi determinado neste primeiro momento. Certo é que os veículos reprovados não pagarão uma nova taxa para refazer a vistoria.
O modelo é semelhante à inspeção veicular implantada na cidade de São Paulo em 2010 pelo então prefeito Gilberto Kassab e extinta três anos depois pelo sucessor Fernando Haddad – que até abriu licitação para realizar uma nova inspeção, o que nunca aconteceu.
Os carros obrigados a realizar a vistoria precisarão fazê-la a cada dois anos. Apenas veículos aprovados poderão ser licenciados.
Caberá aos próprios Detran locais ou empresas credenciadas realizar a fiscalização. O Inmetro deverá inspecionar e aprovar o uso de equipamentos e instrumentos necessários para realizar a vistoria.
Veículos destinados ao transporte de carga ou passageiros precisarão repetir o procedimento em menos tempo. Os prazos, porém, ainda não foram definidos.

Carros tunados estão na mira
O Denatran afirmou que serão verificados os níveis de emissões de poluentes e ruídos e o estado de alguns componentes, como o sistema de escapamento.
Será analisado também o estado de circulação do automóvel, incluindo a conservação de pneus, freios, rodas e equipamentos de segurança.
Acessórios proibidos por lei também serão analisados e podem determinar a reprovação do veículo. Carros que tiverem defeitos graves ou muito graves ou não atingirem os parâmetros de emissões de ruído e poluição também podem ser reprovados. O Contran promete que o sistema de direção será analisado a partir do segundo ano de inspeção.

Inspeção sem sair de casa
A verificação poderá ser presencial ou remota, considerando os sistemas de diagnóstico presentes nos carros atuais. O Denatran ainda não informou como isso acontecerá, dizendo apenas que a verificação remota ocorrerá por meio de “sistemas informatizados” e “sistemas de monitoramento de inspeções”.
Um cronograma das ações deve ser divulgado até 1º de julho de 2018. A obrigatoriedade se dá para que as fabricantes tenham tempo de realizar ajustes em veículos que possam estar fora das especificações.

Fonte: Quatro Rodas. Lnk: https://quatrorodas.abril.com.br/noticias/inspecao-veicular-sera-obrigatoria-em-todo-o-brasil-ate-2020/

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Veículos da prefeitura passarão por inspeção para controle de emissões



O prefeito de São Paulo, promulgou, na quinta-feira (7) lei aprovada pela Câmara dos Vereadores que prevê a obrigação de realização de inspeção veicular em veículos usados pela administração visando ao controle de emissão de poluentes tóxicos e ruídos. A lei se estende a veículos usados por meio de concessão, mas exclui ônibus do transporte público e vans escolares. O Poder Executivo deverá regulamentar a lei no prazo de 120 dias.
A lei proposta pelo vereador Caio Miranda Carneiro prevê que o programa de inspeção deverá observar os procedimentos e instrumentos de medição, bem como os padrões máximos de emissão de ruído e de poluentes tóxicos, conforme definidos pelos órgãos federais, estaduais e municipais competentes. Um dos artigos diz que as inspeções deverão ser programadas de modo a não prejudicar a disponibilidade dos serviços públicos, observando-se uma periodicidade máxima de um ano.
A nova lei prevê ainda que a prefeitura deve criar um selo ou qualquer outro meio de sinalização dos veículos inspecionados e divulgará também pela rede mundial de computadores informações sobre os resultados e data de inspeção realizada.
O documento diz que a realização do programa próprio de inspeção não exime a administração pública das ações fiscalizatórias por parte dos órgãos competentes, "devendo o Poder Executivo manter canal de comunicação para o recebimento de denúncias dos munícipes, sem prejuízo dos demais sistemas de controle interno e das obrigações contratuais assumidas".
Em nota publicada em seu site, o vereador autor do projeto comemorou a sanção. "Já que há nove anos não cumprimos uma lei aprovada nesta casa (referindo-se à Lei das Mudanças Climáticas, que prevê a renovação da frota de ônibus na capital paulista com emprego de combustíveis de fontes renováveis) que pelo menos a prefeitura faça a sua parte".

Fonte: Estadão. Link:  https://sustentabilidade.estadao.com.br/noticias/geral,veiculos-da-prefeitura-de-sp-passarao-por-inspecao-para-controle-de-emissao-de-poluentes,70002342010

sexta-feira, 8 de junho de 2018

Morar perto de ciclovia aumenta em 154% o uso de bicicleta em SP

Pesquisa foi realizada por pesquisadores da USP

Morar perto de uma ciclovia (até 500 metros) aumenta em 154% a chance de usar a bicicleta como meio de transporte na cidade de São Paulo. A conclusão é um estudo feito por pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) com a colaboração de colegas da Universidade de Melbourne, na Austrália.
A pesquisa, que contou com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, avaliou a relação da locomoção ativa por duas rodas e a proximidade com estações de metrô e trens. Segundo os resultados, o transporte sobre trilhos, em um raio de até 1,5 mil metros, aumenta em 107% a chance de usar a bicicleta. O trabalho feito a partir de um amplo estudo desenvolvido pela USP ouviu 3,1 mil pessoas sobre o perfil da saúde dos moradores na capital paulista.
O percentual de total de adultos que usam a bicicleta para se locomover na cidade é 5,1%. O número é considerado baixo pelo professor da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH-USP) Alex Florindo. Para ele, a meta deve atingir os níveis encontrados na Dinamarca e Holanda. “[Esses países têm] em torno de 27% a prevalência do uso da bicicleta como forma de transporte. O nosso sonho é chegar próximo a esses países, de quase 30%”, ressaltou.
Apesar do estudo ter feito o recorte de como o ambiente influencia nos hábitos das pessoas, Florindo enfatiza que adoção de novas atitudes depende de uma série de fatores. O pesquisador faz um paralelo, por exemplo, do impacto da crise do petróleo de 1973 e a greve dos caminhoneiros nas últimas semanas. “A gente teve um bom experimento natural que aconteceu na semana passada: a greve dos caminhoneiros e a falta de combustível. Aumentou muito a quantidade de pessoas que usaram a bicicleta aqui em São Paulo. Na Holanda aconteceu isso, de uma forma um pouco mais grave, com a crise do petróleo na década de 1970”.
As políticas públicas também precisam, segundo o professor, ser pensadas de forma ampla. Florindo destaca, por exemplo, a necessidade de promover a integração entre as vias para bicicletas e o transporte público. “Nós temos muitas ciclovias e estações de trens e metrôs, mas ainda não tem um projeto para coordenar isto. Precisa melhorar essa coordenação, essa ligação".
Florindo lembra que a infraestrutura específica é um fator básico para dar segurança e incentivar a locomoção ativa na cidade. “Se não tiver ciclovia, em um trânsito tão violento como nós temos no Brasil, as pessoas não vão usar”.

Fonte: R7. Link: https://noticias.r7.com/sao-paulo/numero-de-mortes-de-motociclistas-lidera-as-estatisticas-em-janeiro-20022018

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Prefeitura sanciona lei que proíbe mototáxi em São Paulo

Em caso de descumprimento, será aplicada multa de R$ 1 mil.

O prefeito Bruno Covas sancionou nesta terça-feira (5) uma lei que proíbe a utilização de motocicletas para o transporte de passageiros - os mototáxis - em toda a capital. Publicada nesta quarta-feira (6) no Diário Oficial, a lei também proíbe o transporte de material inflamável ou de qualquer outro que coloque em risco a segurança.
Em caso de descumprimento, será aplicada multa de R$ 1 mil. A motocicleta será apreendida se houver reincidência.
Uma lei federal de 2009 regulamentou em todo o país a profissão de mototaxista, mas deixou a cargo dos municípios estabelecer as regras para o serviço, o que não tinha acontecido ainda na capital.
A falta de regulamentação específica já causou polêmica em 2016 quando aplicativos de transporte particular usaram a brecha na lei.
O projeto de proibição é de autoria dos vereadores Antônio Donato (PT) e Adilson Amadeu (PTB) e foi aprovado no dia 3 de maio na Câmara Municipal.
Na justificativa, os vereadores afirmam que a lei é necessária para garantir a segurança dos munícipes. Eles destacam o alto número de acidentes com mortes envolvendo motocicletas e também o número de pessoas com deficiências decorrentes destes acidentes.

Fonte: G1. Link: https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/prefeitura-sanciona-lei-que-proibe-mototaxi-em-sao-paulo.ghtml

segunda-feira, 4 de junho de 2018

Trânsito no horário de pico segue em queda na cidade de São Paulo

Tráfego na marginal Pinheiros, no sentido Castelo Branco
Crise seria principal causa para recuo nos índices pelo terceiro ano seguido

O trânsito melhorou pelo terceiro ano consecutivo na cidade de São Paulo nos chamados horários de pico, a despeito do contínuo crescimento da frota de veículos.
A média dos congestionamentos no período da manhã caiu dos 81 km verificados em 2016 para 66 km no ano passado, de acordo com as medições da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego). Uma redução de 19%. À tarde, a queda no índice de lentidão foi ainda maior, de 21% (109 km para 86 km).
Os dados são ainda mais relevantes se comparados com o ano de 2014, quando a capital paulista teve, em média, 30 km a mais de engarrafamento das 7h às 10h, e 55 km a mais das 17h às 20h.

Crise
Mas o que explica essa redução grande no trânsito se, de dezembro de 2014 para cá, a frota de veículos aumentou em 715 mil veículos (9%)? “A crise econômica diminuiu os congestionamentos”, afirma o arquiteto e urbanista Flamínio Fichmann, consultor na área de transportes.
O país enfrentou nos últimos anos a maior recessão de sua história. O desemprego explodiu na região metropolitana de São Paulo, passando de 11% (em 2014) para os 18% verificados em dezembro do ano passado.Mas o que explica essa redução grande no trânsito se, de dezembro de 2014 para cá, a frota de veículos aumentou em 715 mil veículos (9%)? “A crise econômica diminuiu os congestionamentos”, afirma o arquiteto e urbanista Flamínio Fichmann, consultor na área de transportes.
O país enfrentou nos últimos anos a maior recessão de sua história. O desemprego explodiu na região metropolitana de São Paulo, passando de 11% (em 2014) para os 18% verificados em dezembro do ano passado.
Fichmann explica que a principal motivação para as pessoas deixarem suas casas é justamente o trabalho —46% das viagens ocorrem por essa razão. A segunda é a educação, com 32% (segundo dados de pesquisa de mobilidade feita em 2012 pelo Metrô de SP). “Com menos gente empregada, houve uma queda acentuada na necessidade de deslocamento”, diz o consultor.
O engenheiro Ailton Brasiliense Pires, ex-comandante da CET e atual presidente da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP), tem a mesma opinião. “O que mais pesa, no final das contas, é a economia”, afirma.

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O consultor Fichmann não cita a mudança na CET, mas afirma que outros fatores estão influenciando a melhora do trânsito, além da crise.
“Com a disseminação das novas tecnologias, está caindo a demanda por viagens”, afirma, mencionando por exemplo a viabilidade de se realizar reuniões à distância e fazer compras pela internet.
Segundo ele, aplicativos que informam o melhor caminho ao motorista também ajudam, embora tenham um efeito colateral indesejado. “Despejam veículos nos chamados sistemas viários locais, que não foram capacitados para receber esse aumento do tráfego”, afirma.

Fonte: Folha de São Paulo

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Greve perde força e combustível começa a chegar aos postos

Escolta policial garante o abastecimento de combustível em diversas cidades (Vladimir Platonow/Agência Brasil)
Cidades do interior são as que ainda têm mais relatos de desabastecimento; nas capitais, combustível já está quase normalizado

A greve dos caminhoneiros perdeu força nesta quinta-feira, 31, que marca o 11º dia do movimento. Apesar de alguns pontos de manifestação ainda espalhados pelo país, a paralisação dos caminhoneiros já não causa tanto impacto e abastecimento tanto de combustível quanto de alimentos já começa a se normalizar em todo o país. 

“O abastecimento de combustíveis está melhorando em todos os estados brasileiros, embora em alguns ainda haja protestos e bloqueios, principalmente em estradas no interior. Na maioria das capitais, o suprimento de combustíveis está se normalizando”, diz nota divulgada pela Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Conforme último levantamento divulgado no início da noite desta quarta-feira, 30, pela ANP, o abastecimento na capital, Campinas e Sorocaba está praticamente normal.

Fonte: Revista Veja.