quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Veja 12 dicas para a segurança de pedestres


O pedestre é o elemento mais vulnerável do trânsito, por isso os condutores de todos os tipos de veículos (bicicletas, motos, automóveis, vans, ônibus e caminhões) devem ter uma atitude de proteção em relação a ele – já que o risco de ferimentos graves e até mesmo de morte é muito alto em caso de atropelamento.

Mas a preferência do pedestre no trânsito não o desobriga a adotar comportamentos preventivos, uma vez que não dá para adivinhar se o motorista de algum veículo que se aproxima terá a atitude protetora. Pensando na prevenção de acidentes, o Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi/Mapfre) relaciona 12 dicas que os pedestres devem tomar como hábitos em sua interação com o trânsito (veja abaixo).

1- Verifique se o trecho onde vai atravessar tem faixa de pedestre (sinalização horizontal), semáforo e placas de orientação (sinalização vertical). Se não tiver nada disso, sinalize sua intenção de passagem, estendendo uma das mãos até que o motorista mais próximo perceba e pare o veículo ou reduza a velocidade suficientemente para você atravessar com segurança – e fique atento para a aproximação de outros veículos.

2 – Atravesse a via em linha reta. É sempre o caminho mais curto a ser percorrido, com menor tempo de exposição na via.3 – Redobre o cuidado ao atravessar com crianças. Segure-as sempre pelas mãos e, ao caminhar pela calçada, coloque-as entre você e a via. Nunca permita que as crianças circulem livremente perto da rua ou estrada.

4 – A calçada é a estrutura dedicada para os deslocamentos do pedestre. Não caminhe pela rua, só permaneça na via durante o tempo necessário para atravessá-la.

5 – Ao caminhar pela calçada, evite ficar muito próximo do meio-fio. Um simples tropeço pode colocar a sua perna na direção de um veículo vindo em alta velocidade.

6 – Evite atravessar a via em trechos onde os motoristas terão dificuldade em enxergá-lo (em curvas ou no topo de uma subida, por exemplo).

7 – Se estiver usando fones de ouvido, retire-os na hora de atravessar a via. Evite também falar ao celular durante a travessia. Os seus sentidos têm de estar 100% em estado de alerta.8 – Nunca atravesse pela traseira de um veículo de grande porte, como ônibus e caminhões. Eles bloquearão o seu campo de visão, impedindo que perceba a aproximação de outros veículos e aumentando consideravelmente o risco de atropelamento.

9 – Não corra. Correr aumenta a possibilidade de o pedestre ver uma imperfeição no chão, tropeçar e cair no meio da via.

10 – Em dias de chuva, redobre a atenção para não escorregar ou cair em buracos provocados pela falta de manutenção das vias.

11 – Auxilie idosos, gestantes e pessoas com dificuldades de locomoção a atravessar a via. No futuro você também poderá precisar de uma ajudinha.

12 – Não tenha atitudes inesperadas ao atravessar uma via. No trânsito, toda ação gera uma reação. Se o pedestre tiver uma ação repentina e imprevista durante a travessia (como mudar de direção subitamente), o motorista pode se assustar e também ter uma reação inesperada (virar o carro para o lado errado ou frear repentinamente). A combinação dessas ações e reações pode provocar acidentes graves.

Fotos: nj.com, Prefeitura de Imperatriz (MA), Clutch

segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Dez equipamentos de segurança para os motociclistas

Conheça os itens essenciais para uma pilotagem segura e confortável em duas rodas

Seja qual for o veículo que você use, é indispensável tomar todas as medidas de segurança para realizar uma viagem segura, independente da distância percorrida. No entanto, no caso dos motociclistas, seu corpo está diretamente exposto, recebendo diretamente os impactos em caso de quedas ou colisões e, também, a ação do sol, chuva e vento.

Por isso, é essencial para quem se desloca em duas rodas usar sempre os equipamentos adequados. Veja abaixo os equipamentos mais utilizados pelos motociclistas, parte de uma pesquisa realizada recentemente pelo Mercado Livre:

Capacete: 99%
Jaqueta: 53%
Luva: 50%
Bota: 32%
Roupa impermeável: 31%
Calças reforçadas com proteções: 22%
Mochilas especiais: 20%
Proteção de coluna/peitoral: 9%
Macacão completo: 8,5%
*pesquisa online com uma base de 306 motociclistas

Nós conversamos com André Garcia, instrutor de pilotagem e idealizador do Projeto Motociclismo com Segurança, que nos ajudou a elaborar as recomendações abaixo quanto aos principais equipamentos do motociclista.

Capacete
O primeiro ponto é que o uso do capacete é obrigatório por lei. A ausência desse equipamento - ou o seu uso apenas sobreposto à cabeça, sem estar devidamente encaixado - é considerado uma infração gravíssima, sujeito à multa de R$ 293,47 e a instauração de um processo administrativo que pode resultar na suspensão do direito de dirigir, que pode variar de um até 12 meses, dependendo do histórico do motociclista.

Além disso, somente equipamentos homologados pelo INMETRO podem ser utilizados.  O selo da entidade garante os padrões mínimos de segurança - e o uso de um equipamento não homologado é uma infração grave, sujeito à multa R$ 195,23 e cinco pontos na habilitação.

Mas, além do lado legal, saiba que estamos falando do mais importante equipamento de segurança do motociclista - ele realmente pode salvar a sua vida em caso de acidente. Assim, Garcia recomenda que a sua aquisição não seja encarada como um mero gasto, mas um investimento. Os modelos mais comuns são feitos de plástico injetado, enquanto os modelos topo de linha, mais leves e resistentes, são feitos de fibra.

Vale lembrar que o famoso capacete “coquinho" não deve ser utilizado em hipótese alguma. Ele não é homologado pelo INMETRO e, pior do que o risco de multa, oferecem pouca proteção na parte lateral da cabeça e rosto. Já capacetes abertos na parte frontal precisam envolver todo o crânio, além de demandar o uso obrigatório de óculos de proteção.

Na hora de comprar o capacete, é fundamental experimentá-lo antes - ele precisa estar justo em sua cabeça. Um capacete apertado vai causar incômodo, enquanto uma peça folgada aumenta o risco de se desprender da cabeça em um acidente. Além disso, se possível, opte por um equipamento com argola em “D”, que oferecem uma melhor fixação das fivelas, reduzindo o risco do capacete se desprender.

Capacete importado
Um casco adquirido no exterior não terá o selo do INMETRO, mas você pode comprar um modelo em outro país e trazê-lo para cá para uso próprio, desde que o modelo tenha sido homologados por alguma instituição reconhecida pelo INMETRO em seu país de origem. Por isso, antes de adquirir, faça uma consulta no site da própria instituição.

Capacete - outras obrigatoriedades e infrações
Utilizar um capacete com estrutura danificada é considerada uma infração grave, com cinco pontos na habilitação e multa de R$ 195,23. Além disso - e mais importante -, após sofrer um forte impacto, o equipamento perde a sua eficácia - ou seja, não o protegerá de forma adequada em um segundo acidente.

Obrigatoriamente, o capacete precisa ter faixas reflexivas nos quatro lados do capacete (frente, atrás, lado esquerdo e lado direito), na cor branca para os motociclistas particulares. Quem trabalha com motofrete deve usar faixas brancas e vermelhas, além de colete reflexivo. A ausência das faixas é considerada infração grave, sujeito à multa R$ 195,23 e cinco pontos na habilitação

Pilotar com o capacete mal-afixado à cabeça, utilizando viseira ou queixeira levantadas, sem óculos de proteção (em capacetes de frente aberta) ou com viseira fumê no período noturno, são consideradas infrações leves, que resultam em três pontos na habilitação e multa no valor de R$ 88,38.

Jaqueta / calça
O conjunto é essencial para proteger o motociclista da abrasão do asfalto em caso de quedas. E, embora pouca gente se dê conta desse detalhe, eles também são fundamentais para evitar que os membros fiquem expostos diretamente aos raios ultravioleta - o que, a médio-longo prazo, é um fator de risco para o surgimento de câncer de pele.

Há os modelos impermeáveis, que repelem a água e impedem que o motociclista fique encharcado ao enfrentar a chuva - mas que, ao mesmo tempo, são desconfortáveis em dias quentes. Já os modelos ventilados permitem a circulação do ar e ajudam a baixar a temperatura do corpo do motociclista no calor, com a moto em movimento - mas, por outro lado, absorvem a água em caso de chuva.

No caso das calças, há ainda opções em jeans, com tecido mais grosso e reforço nas costuras. Opte sempre pelos modelos reforçados - os básicos incluem proteções nos cotovelos, ombros e costas (caso das jaquetas); e na cintura e joelhos (calças). Tome cuidado: ao contrário do que muita gente pensa, nem todo equipamento impermeável possui proteção para o caso de quedas - e vice versa.

Capa de chuva
O cenário ideal é ter dois equipamentos, um impermeável e outro ventilado, para uso conforme a situação climática. Mas, se for inviável a aquisição dos dois tipos, o consultor recomenda um conjunto de jaqueta e calça ventiladas, mantendo sempre à mão uma capa de chuva. Dê preferência para cores claras e chamativas - afinal, você utilizará esse equipamento em condições de maior risco (visibilidade reduzida e asfalto molhado), portanto é ainda mais importante ser visto.

Luvas
É comum ouvir motociclistas reclamarem que o uso das luvas diminui a sensibilidade. No entanto, Garcia afirma trata-se apenas de uma questão de hábito. Elas são de extrema importância para proteção das mãos em caso de queda e, também, para proteger as mãos nos dias mais frios, principalmente em trajetos mais longos ou viagens.

Calçados
Os pés e tornozelos são a parte mais vulnerável do motociclista em um acidente depois da cabeça - por isso, jamais pilote descalço ou usando sandálias ou chinelos. É importante, também, que o calçado proteja até acima do tornozelo - por isso, recomenda-se o uso de botas ou tênis de pilotagem (que é reforçado especialmente para esse fim). É importante lembrar que o equipamento só será eficaz se estiver bem amarrado ou fechado. Por fim, o consultor recomenda investir em um calçado impermeável, se possível.

Polainas
As capas utilizadas para cobrir os calçados são a opção para quem não pode investir em uma bota ou tênis impermeável, mas deseja manter os pés secos em caso de chuva. Evite modelos sem abertura na parte traseira, pois elas ajudam a fixar a planta do pé no chão e, assim, evitar escorregões.

Pescoceira/balaclava
São dois itens que aumentam o conforto e a segurança do motociclista, protegendo o pescoço do vento e do frio -  e também contra linhas de pipa ou eventuais detritos que possam atingir essa região. Mas a balaclava, que também cobre a testa e toda a cabeça, ajuda a reter o suor, contribuindo para uma maior higiene do capacete e o aumento de sua vida útil.

Segunda pele
Quando o frio aperta de verdade, principalmente em viagens, é recomendável utilizar a  segunda pele, bastante conhecida também por quem é praticante de esportes de aventura. Como são bastante finas e justas (mas que, apesar disso, conseguem manter o corpo bem aquecido) e usadas por baixo da roupa normal, elas não comprometem a mobilidade do motociclista. Além disso, elas ainda aumentam a proteção da pele em caso de queda ou acidente.

Fonte: Revista Auto Esporte

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Veja 10 cuidados essenciais com o carro no verão

Consultor mostra como manter o veículo protegido na estação mais quente do ano

Com o verão batendo à porta, o carro tende a ser ainda mais exigido. Altas temperaturas, maresia, sol intenso e enchentes exigem atenção especial do motorista. Mas, muitos cuidados devem começar bem antes da nova estação chegar. “Procure aplicar cera pelo menos uma vez por mês, para ajudar a formar uma camada protetora”, sugere o consultor Olivio Netto, da ON Consultoria Automotiva, que também alerta sobre o risco de manchas causadas por fezes de passarinho e árvores frutíferas em contato com o sol. “A dica é carregar uma garrafinha com água e manter o local sempre limpo”.

Lataria
Além das manchas na pintura, o consultor alerta sobre possíveis amassados na lataria: “Quando estiver na praia, verifique bem o local escolhido para estacionar e evite parar próximo de coqueiros, já que um coco pode se desprender e amassar a lataria”.

Maresia
Segundo Olivio Netto, é interessante fazer uma lavagem anti-óxido por baixo do veículo (a área mais afetada pela maresia) e jamais usar materiais alcalinos, óleos ou outros derivados do petróleo.

Cabos da bateria
Depois um período na praia, o consultor recomenda abrir o capô do carro e fazer uma limpeza delicada com o auxílio de um pincel ou uma escovinha nos cabos da bateria. “A maresia pode oxidar os cabinhos da bateria”, observa.


Borrachas
Com altas temperaturas e calor, as borrachas do carro tendem a ressecar a médio e longo prazo, por isso não esqueça de verifica-las.

Bancos
De acordo com o consultor, procure usar capa para proteger os bancos, principalmente para quem tem crianças ou costuma ir de carro à praia. “Para bancos de tecido, é recomendável passar aspirador de pó uma vez por semana. Limpe os estofados de ‘dentro para fora’ e com as portas do carro abertas. Existem produtos específicos para a limpeza dos bancos que poderão ser utilizados nos estofados após o processo de aspiração do pó. Ou, é possível usar uma esponja umedecida levemente com água e um pouquinho de detergente de lavar roupa. Após esse processo, deixe o carro arejado por aproximadamente 30 minutos”, acrescenta Olivio Netto.

Refletores e película
Exposição direta do carro ao sol não traz apenas desconforto ao motorista, mas pode provocar danos no painel do carro. Por isso, o consultor recomenda instalar película nos vidros para aumentar o conforto térmico, bem como usar um painel refletor para reduzir o impacto dos raios solares dentro do veículo: “Prefira sempre aquele que tem uma textura semelhante ao do alumínio”.

Ar-condicionado
No verão é difícil abrir mão do ar-condicionado e ninguém quer passar calor quando mais precisa dele. Por isso, o consultor recomenda trocar o filtro a cada 20 mil quilômetros em média, ou antes dependendo do uso.

Sistema de arrefecimento
Quem já não viu um carro ferver? Segundo, Olivio Netto muitos veículos param na estrada por algum problema no sistema de arrefecimento ou refrigeração. Mas não basta só verificar o nível de água é preciso fazer a manutenção adequada pelo menos uma vez ao ano.

Pneus
Em contato com o asfalto quente, o pneu tende a se desgastar mais rapidamente. “Procure calibrar o pneu pelo menos uma vez por semana de acordo com as orientações do fabricante”, avisa Olivio Netto.

Enchentes
Evitar locais de risco é sempre uma boa pedida, mas muitas vezes não há como prever ou fugir. Por isso, o consultor tem dicas preciosas: “Tente medir o trecho alagado e só passe se o nível da água estiver um pouco mais da metade dos pneus e sempre em primeira marcha. Não mude a marcha ao passar, continue em primeira, já que há risco de entrar água pelo escapamento do carro e causar sérios problemas”.

Fonte: R7

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Taxista de sucesso: 6 dicas de fidelização de passageiros para taxistas


Como se destacar ao ponto de conseguir fidelizar os clientes e ser um taxista bem sucedido? Se você trabalha no ramo há muito tempo, talvez esteja na hora de pensar como oferecer um serviço diferenciado e que supere as expectativas de seus passageiros.

Selecionamos algumas dicas para que você possa prestar um atendimento mais qualificado e chamar a atenção da clientela. Confira!

Dirija com segurança
Você já parou para avaliar se dirige de forma consciente e responsável? Respeitar as regras de trânsito e dirigir com segurança são condutas obrigatórias para os taxistas que encaram a profissão com seriedade e se preocupam com o próprio bem-estar e o de seus passageiros.

Garanta um bom atendimento
Um bom atendimento, além de tornar a corrida mais agradável, ainda pode contribuir para a indicação boca a boca. Portanto, seja cordial, simpático e tente manter o bom humor.

Procure sentir como é o passageiro, se ele gosta de conversar ou se prefere ficar calado. Se você perceber que ele não está muito interessado em ter um diálogo, evite fazer muitas perguntas para não deixá-lo desconfortável.

É importante se mostrar gentil. Por isso, auxilie idosos, deficientes ou pessoas com dificuldades para entrar e sair do veículo. Saia do carro para ajudar com malas ou grandes volumes. Quando um passageiro entrar, se ofereça para fechar as janelas, para ligar o ar-condicionado e procure escutar músicas suaves e agradáveis.

Conheça seu território
É bem útil ter um GPS ou usar aplicativos de trânsito para smartphones, porém, é bom ter em mente que a tecnologia às vezes falha. Para não ficar na mão, procure conhecer os principais pontos da cidade e aprender as rotas mais comuns na região em que você que atua, além de caminhos alternativos para as avenidas que ficam mais cheias no horário de pico. Saber fugir do trânsito ajuda bastante na fidelização dos clientes.

Tenha a manutenção em dia
Por estar em constante atividade, a falta de cuidados pode comprometer o desempenho do automóvel, além de prejudicar a segurança no trânsito. O seu veículo é sua ferramenta de trabalho, portanto, faça revisões periódicas e invista em melhorias. Procure torná-lo o mais confortável possível, investindo em um ar-condicionado e disponibilizando wi-fi, por exemplo. Esses adicionais certamente deixarão seus clientes mais satisfeitos. É importante também cuidar da parte estética do veículo, por isso, a limpeza também deve estar em dia para passar uma boa impressão.

Invista em um seguro para táxi, com coberturas que oferecem facilidades específicas, evitando, assim, imprevistos e surpresas desagradáveis que podem tirar seu o veículo de circulação e fazer você perder dias de trabalho.

Mantenha-se bem informado
Estar antenado e utilizar a tecnologia a seu favor pode colocá-lo em contato direto com os passageiros graças aos aplicativos que permitem solicitar corridas pelo celular.

Ofereça opções de pagamento
Quanto mais formas de pagamento você oferecer, maiores são as chances de ganhar uma corrida, pois, hoje em dia, muitas vezes as pessoas não estão preparadas para pagar em dinheiro. Receber em cartão e firmar parcerias com empresas para atendimento de clientes corporativos pode aumentar o número de passageiros e, consequentemente, ampliar seus ganhos.

É sempre importante tentar surpreender o cliente com um serviço profissional e que tenha excelência. Assim você conseguirá fidelizar sua clientela e aumentará seus rendimentos.

Além disso, procure se informar sobre a programação cultural da cidade e esteja preparado para dar dicas sobre eventos, restaurantes, cinemas e demais estabelecimentos quando solicitado. Outro diferencial é, se possível, aprender um segundo idioma para se comunicar melhor com os clientes estrangeiros.

Fonte: Porto Seguro

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Número de mortes no trânsito cai 9,1% em dois anos

Fiscalização eletrônica é uma das responsáveis por essa redução nas rodovias federais do país

626 vidas foram poupadas em dois anos nas rodovias federais do Brasil. De acordo com a coordenação de comunicação social da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em 2015 o órgão registrou 6.870 mortes e, em 2017, 6.244. Isso representa uma queda de 9,1% no número de óbitos no período, alcançada graças a políticas públicas, campanhas de conscientização e fiscalização.

 Os dados da PRF revelam ainda que, em 2017, a falta de atenção (29,5%) e a velocidade incompatível com a permitida (16,1%) foram as principais causas de mortes nas estradas federais, sendo a colisão frontal (30,5%) o tipo de acidente que mais levou a óbito. Com essas informações em mãos, os órgãos de fiscalização conseguem traçar a melhor estratégia para prevenir novos sinistros.

A PRF explica ainda que o trabalho de planejamento e coordenação de ações integradas é baseado em um enorme banco de dados, analisado detalhadamente. Esse banco é alimentado a partir das informações operacionais diárias da instituição, e indica os pontos críticos das estradas, as curvas mais perigosas e os trechos em que a imprudência é mais visível. A PRF enfatiza que a tecnologia otimiza a atividade policial. O uso de etilômetros e radares para registro instantâneo de velocidade, por exemplo, pode coibir condutas irresponsáveis e minimizar o risco de ocorrências mais graves.

Luiz Gustavo Campos, diretor e especialista em trânsito da Perkons, comenta que um dos objetivos dos equipamentos de fiscalização eletrônica é exatamente este. “As tecnologias de trânsito - como radares, câmeras para supervisão e gravação de imagens, lombadas eletrônicas e fiscalização de evasão de pedágio – fornecem dados que auxiliam órgãos e gestores públicos a pensarem ações que melhorem o trânsito, além de contribuem na conscientização dos motoristas em relação ao cumprimento das regras e leis de trânsito”, reforça Campos.

A dupla equipamentos eletrônicos e gestão já mostra resultados contínuos, e a redução no número de mortes causadas por acidentes nas rodovias federais deve continuar em 2018. Se considerarmos apenas as estradas federais do Paraná, o primeiro semestre deste ano já contabilizou 32% menos mortes em relação ao mesmo período do ano passado.

Levando em consideração não só as rodovias, mas também outras vias do país, os últimos dados nacionais, divulgados pelo DataSUS, do Ministério da Saúde, revelam que as mortes causadas em acidentes de trânsito seguiram o mesmo declínio: de 2015 para 2016, a redução foi de 3%.

Metas no Brasil e no mundo
O assunto preocupa não só o Brasil. A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que os acidentes de trânsito matam 1,25 milhão de pessoas por ano no planeta, sendo a principal causa de morte na faixa etária de 15 a 29 anos, e custando, para a maioria dos países, em torno de 3% do Produto Interno Bruto (PIB). 93% das mortes por acidentes de trânsito ocorrem em países em desenvolvimento. Neste grupo está o Brasil.

Esse panorama assustador fez com que as Nações Unidas lançassem a Década de Ação pela Segurança no Trânsito (2011-2020), cujo objetivo é pressionar governos a tomarem medidas para prevenir acidentes no trânsito.
O Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV) analisou os números de óbitos no trânsito desde 2011 até 2016. Neste período, houve redução de 15% de casos, o que representa cerca de 50% da meta estabelecida até 2020. Se a diminuição continuar neste ritmo, a previsão é de que o Brasil registre 33 mil mortes em acidentes de trânsito até 2020. Número ainda alto, infelizmente, porém, próximo à meta de redução proposta para o período (de cerca de 31 mil).

O Brasil desdobrou as metas da ONU em objetivos específicos para o país. O Projeto Vida no Trânsito (PVT), do Ministério da Saúde, é uma iniciativa voltada para a vigilância e prevenção de lesões e mortes no trânsito, além da promoção da saúde. O foco das ações está na intervenção em dois fatores de risco priorizados no Brasil: dirigir após o consumo de bebida alcoólica e em velocidade inadequada.

Mais recentemente, em janeiro de 2018, também foi publicada a Lei 13.614/2018, que criou o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). O Plano dispõe sobre uma série de metas para a redução do índice de mortalidade no trânsito. O objetivo é que, até 2028, as mortes no trânsito caiam pela metade.

Fonte: Grupo Excom

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Obrigatoriedade do uso do cinto de segurança completa 21 anos e conscientização ainda é um desafio


Quase 70% dos passageiros de bancos traseiros que morreram em acidentes nas rodovias brasileiras estavam sem cinto de segurança

 Uma pesquisa realizada pela Agência de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP) sobre o uso do cinto de segurança nas rodovias, mostrou números preocupantes. Descobriu-se que 53% dos passageiro que transitam no banco traseiro, 15% dos passageiros no banco dianteiro e 13% dos motoristas não usam cinto de segurança. O mesmo levantamento expôs que, de 2012 a 2014, 69,4% dos passageiros de bancos traseiros que morreram em acidentes nas rodovias estavam sem cinto de segurança. As vítimas fatais no banco da frente de passageiro sem cinto chegam a 38,4% e a 50,1% quando falamos dos motoristas. Não à toa, o não uso do cinto está elencado entre os principais fatores de risco à segurança viária no Plano Global da ONU.

 Porém, nem dados como esses, nem a noção do grave risco que corre quem se desloca sem o dispositivo foram suficientes para, 21 anos depois de ser determinado como obrigatório em todo território nacional, conscientizar motoristas e passageiros sobre a importância do uso do cinto de segurança. Esse ainda é um desafio a ser superado, o que torna campanhas com essa finalidade uma necessidade constante.

 Para Luiz Gustavo Campos, diretor e especialista em trânsito da Perkons, educação para o trânsito é essencial para conscientizar e melhorar esse cenário. “Cada cidadão precisa exercer seu protagonismo no trânsito para que as ruas e vias do Brasil e do mundo se tornem mais seguras. Movimentos como a Década de Ação pela Segurança do Trânsito, estabelecida pela ONU, entre tantas outras, só terão sucesso com a adesão consciente de cada um de nós. É preciso que todos entendam que atitudes simples, como usar cinto de segurança, salvam vidas. Campanhas de educação e conscientização sempre auxiliam nesse objetivo”, enfatiza Campos.

213 mil multas em 2017
A falta do uso do cinto de segurança gerou 213.356 infrações nas rodovias federais em 2017, segundo dados da Polícia Rodoviária Federal. Destas, 143.913 foram pela falta de uso do dispositivo pelo condutor e 69.443 pelos passageiros.
A responsabilidade legal da utilização do cinto de segurança é do condutor, que deve conscientizar, orientar, observar e cobrar o uso do item por parte de todos os ocupantes do veículo.
A penalidade para o motorista quando um passageiro é flagrado sem o cinto de segurança é a mesma quando o próprio condutor está sem ele, resultando em uma infração grave sujeita à multa no valor de R$ 195,23, retenção do veículo até colocação do cinto pelo infrator e 5 pontos na carteira, conforme artigo 167 do CTB.

Fonte: ARTESP

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Vai viajar com o seu pet? O Detran.SP dá dicas de como transportá-lo em segurança

Animais não podem ficar entre os braços e as pernas do condutor, nem soltos dentro do veículo ou na janela, por exemplo

Janeiro é mês de férias e cresce o número de veículos nas estradas. Além da preocupação com a revisão de veículo e a segurança dos passageiros, quem tem animal de estimação deve ficar atento também à segurança do amigo peludo.
O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP) reuniu algumas dicas para que a viagem seja feita de forma tranquila, sem colocar em risco os demais motoristas nem terminar com uma multa em casa por cometer infração de trânsito relacionada ao transporte irregular de pet.

O que diz a legislação

Apesar de não existir uma regulamentação federal específica de como deve ser o transporte de animais, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) diz como não pode ser feito.

O artigo 252 proíbe o transporte de animais à esquerda do motorista ou entre seus braços ou pernas. A infração é média, com quatro pontos na habilitação e multa no valor de R$ 85,13.

Já o artigo 235 do CTB estabelece que o transporte de animais também não pode ser feito na parte externa do veículo, como no capô, caçamba, para-choques e portas, por exemplo. A infração é grave e o condutor autuado recebe cinco pontos na habilitação, além de multa de R$ 127,69.

Deixar o bichinho com a cabeça para fora da janela também é infração, porque é considerada parte externa do veículo, de acordo com o Manual Brasileiro de Fiscalização de Trânsito. Sem falar nos riscos dele ser atingido por galhos de árvores e até mesmo por outros veículos durante o trajeto.


Equipamentos de segurança

Apesar da aquisição não ser obrigatória, há acessórios no mercado que visam reduzir os riscos, limitando o deslocamento do animal. O motorista tem que ter em mente que tudo o que estiver solto dentro do veículo tem o seu peso multiplicado em casos de colisão ou de frenagem repentina do veículo.

Por isso, é de extrema importância checar com o veterinário qual é o melhor equipamento, de acordo com o tamanho e o peso do animal, para viajar com total segurança e tranquilidade.

Para os animais de pequeno e médio porte, principalmente os gatos, a caixa de transporte é a mais indicada. Tem também a cadeirinha para pet que é presa ao banco do veículo e possibilita que o animal viaje com mais liberdade.

Para os bichinhos maiores, há o cinto de segurança especial e a grade de segurança, que é colocada entre os bancos traseiro e dianteiro, impedindo o animal de interagir e consequentemente distrair o motorista.

Fonte: Detran.SP

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Programa Direção Segura autua 123 motoristas em sete cidades no fim de semana


Blitze de fiscalização da Lei Seca foram realizadas entre a noite de sexta-feira (11/1) e a madrugada de domingo (13/1); ao todo, 1.899 veículos foram fiscalizados

O Programa Direção Segura – ação coordenada pelo Detran.SP para a prevenção e redução de acidentes e mortes no trânsito causados pelo consumo de álcool combinado com direção – autuou 123 pessoas em operações de fiscalização da Lei Seca realizadas no último fim de semana em sete cidades: São Paulo, Presidente Prudente, Santos, Atibaia, Fernandópolis, Mauá e Assis.

Durante as blitze, promovidas entre a noite de sexta-feira (11/1) e a madrugada de domingo (13/1), foram fiscalizados 1.899 veículos. Os condutores foram autuados por embriaguez ao volante e terão de pagar multa no valor de R$ 2.934,70, além de responder a processo administrativo no Detran.SP para a suspensão do direito de dirigir por 12 meses.

Treze motoristas, além dessas penalidades, também responderão na Justiça por crime de trânsito porque apresentaram índice a partir de 0,34 miligramas de álcool por litro de ar expelido no teste do etilômetro ou por terem a embriaguez atestada em exame clínico realizado por médico-perito da Polícia Técnico-Científica. Se condenados, poderão cumprir de seis meses a três anos de prisão, conforme prevê a Lei Seca, também conhecida como “tolerância zero”.

Ação integrada – Lançado no Carnaval de 2013, o Programa Direção Segura integra equipes do Detran.SP, das polícias Militar, Civil e Técnico-Científica. Pela Lei Seca (lei 12.760/2012), todos os motoristas flagrados em fiscalizações têm direito a ampla defesa, até que a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) seja efetivamente suspensa. Se o condutor voltar a cometer a mesma infração dentro de 12 meses, o valor da multa será dobrado.

Fonte: Detran.SP

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Lançado nesta semana para um número limitado de usuários em Phoenix, o chamado Waymo One pode ser solicitado a qualquer momento pelo celular

A unidade de carros autônomos do Google, Waymo, anunciou nesta semana um novo serviço de táxi sem motorista nos EUA. Chamada de Waymo One, a novidade foi lançada inicialmente em Phoenix, no Arizona – e cidades ao redor.

A plataforma funciona de forma ininterrupta, sendo possível chamar um veículo autônomo pelo app no smartphone a qualquer momento, 24 horas por dia e 7 dias por semana, conforme a empresa destaca em seu blog.

Apesar de ter começado a funcionar agora para o público, o Waymo One só está disponível para um número limitado de pessoas por enquanto, os chamados “early riders”, que consistem basicamente em centenas de usuários que já tinham testado a tecnologia da companhia anteriormente.

Assim como em outros aplicativo de transporte individual, o usuário fica sabendo com antecedência o valor da corrida, sendo que o carro pode levar até 3 adultos e uma criança.

Neste início de operações, explica a Waymo, motoristas treinados estarão nos veículos durante as corridas para supervisionar os automóveis e fornecer maior conforto e conveniência para os passageiros.

Além disso, a empresa criou canais de comunicação que podem ser acionados por um botão no painel do carro e pelo próprio aplicativo do Waymo One para que os usuários possam fazer perguntas e tirar dúvidas durante a viagem.

Fonte: A Voz do Taxista

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Detran.SP disponibiliza licenciamento antecipado de 2019 para todos os veículos

Taxa deste ano é de R$ 90,20 e o custo de recebimento pelos Correios permanece em R$ 11; serviço só pode ser feito até março, de forma eletrônica via sistema bancário e com IPVA quitado

O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP) disponibiliza, nesta quinta-feira (3) até o final de março, o licenciamento antecipado 2019.
Quem optar por essa modalidade, deve quitar todos os débitos –IPVA, seguro obrigatório, multas e outros valores— antes de solicitar o licenciamento antecipado.
O valor para 2019 é de R$ 90,20. Para pagar, basta informar o número do Renavam do veículo no banco, caixa eletrônico ou internet banking (se disponível o serviço).
A taxa de entrega dos Correios é de R$ 11,00. O motorista deve assegurar que o seu cadastro junto ao Detran.SP está atualizado, para que a correspondência possa ser entregue corretamente.
Todos os veículos podem aderir. O licenciamento é obrigatório, independente do ano do veículo, e a falta dele pode gerar remoção ao pátio, multas e pontos na habilitação.
Motoristas cadastrados no portal do Detran.SP (www.detran.sp.gov.br) e que usam o aplicativo para smartphohes e tablets estão sendo avisados do licenciamento antecipado via SMS e push.
No total, existem cerca de 29,6 milhões de veículos registrados no Estado de São Paulo. Só na Capital são 8,7 milhões.

Calendário
Quem não optar pelo licenciamento antecipado 2019 pode esperar pelo calendário anual. Ele começa em 1º de abril e vai até dezembro, exceto para caminhões e tratores, cujos prazos vão de setembro a dezembro.
Para o licenciamento pelo calendário, a regra é a mesma: todos os débitos do veículo, incluindo IPVA, seguro obrigatório e multas, devem estar quitados. Caso contrário, o documento não é emitido.
O proprietário pode optar pela entrega pelos Correios ou então retirar em qualquer unidade do Detran.SP ou posto Poupatempo. Para retirada, é necessário apresentar um documento pessoal com foto.


Abaixo, o Detran.SP esclarece dúvidas para quem vai optar pelo licenciamento antecipado.

A partir de quando o licenciamento antecipado de 2019 estará disponível?
Está disponível a partir desta quarta-feira, 2 de janeiro, para todos os veículos, independentemente do final de placa. Apenas veículos de entidade ou órgãos oficiais e veículo de aluguel, espécie carga, não podem realizar o licenciamento antecipado em função da necessidade de apresentação de documentos complementares na unidade de trânsito. Se o veículo for movido a gás natural (GNV), precisa fazer a inspeção anual de segurança veicular antes de pagar o licenciamento.

Como fazer o licenciamento antecipado?
O licenciamento antecipado é feito de forma eletrônica via sistema bancário. Basta pagar a taxa de R$ 90,20 e mais R$ 11 do custo de envio via Correios por meio do número do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) nos caixas da rede bancária credenciada, terminais eletrônicos ou internet banking. Não é necessário imprimir boleto para pagar o licenciamento eletrônico antecipado.

Veículo com débitos de multas pendentes pode ser licenciado?
Não. É preciso quitar débitos de IPVA, seguro obrigatório (DPVAT) e possíveis multas. O licenciamento de 2018 também precisa estar em dia. Além disso, não é possível licenciar veículo com restrições judiciais ou administrativas, como bloqueio por comunicação de venda, registro de furto ou roubo, entre outros.

Quais instituições bancárias aceitam o pagamento do licenciamento?
A taxa pode ser recolhida no Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Citibank, HSBC, Itaú, Mercantil do Brasil, Safra e Santander, Bancoob (exclusivo para cooperativas), além das casas lotéricas. 

Unidades do Detran.SP ou postos Poupatempo emitem o licenciamento antecipado?
Não. O serviço está disponível apenas de forma eletrônica via sistema bancário. As unidades de atendimento do Detran.SP e os postos Poupatempo não emitem o licenciamento antecipado, por isso é obrigatório pagar a remessa postal nessa modalidade de serviço, que custa R$ 11.

Como é feita a entrega do documento?
A entrega do documento é realizada pelos Correios no endereço de registro do veículo, por isso é imprescindível que esteja atualizado. São feitas três tentativas. Caso não haja ninguém no local para receber o documento ou se for declarado que o cidadão não mora mais no endereço, o documento será remetido à unidade do Detran.SP da cidade em que o veículo está registrado – onde deverá ser retirado.

Qual é o prazo para receber o licenciamento antecipado?
Devido à grande procura pelo serviço entre janeiro e março, o licenciamento é enviado em até 20 dias úteis. O motorista pode acompanhar a entrega pelo portal do Detran.SP (www.detran.sp.gov.br), em “Serviços Online”. A página fornece o código de rastreamento (A.R.) do documento para checar o andamento no site dos Correios.

Quais são as penalidades para quem não faz o licenciamento?
Conduzir veículo com o licenciamento em atraso é infração gravíssima. O proprietário recebe multa de R$ 293,47 e sete pontos no prontuário. Além disso, o veículo é removido a um pátio, conforme prevê o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Como obter mais informações sobre o licenciamento antecipado?
O passo a passo para o serviço pode ser consultado no portal do Detran.SP: www.detran.sp.gov.br. O departamento de trânsito também oferece atendimento telefônico. O Disque Detran.SP pode ser acionado pelo 3322-3333 (para municípios com DDD 11) ou pelo 0300-101-3333 (demais localidades). Atendimento: de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, e aos sábados, das 7h às 13h.   

Quem acionar para conseguir informações sobre o IPVA?
O Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) é administrado pela Secretaria da Fazenda e seu pagamento pode ser feito em cota única, com desconto, ou parcelado. Para mais informações acesse www.fazenda.sp.gov.br. A Central telefônica atende no 0800-170110 (só para telefone fixo).

Como saber sobre o seguro obrigatório?
Para dúvidas sobre o DPVAT é preciso acessar o portal da Seguradora Líder, que administra o seguro: www.seguradoralider.com.br. O telefone para contato é o 4020-1596 (Regiões Metropolitanas) ou 0800 022 12 04 (Outras Regiões).

Fonte: Detran.SP

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

5 dicas fáceis de Direção Defensiva para melhorar sua segurança

Na maioria dos acidentes de trânsito, o fator humano está presente como causa. A atenção do motorista e do pedestre é essencial para identificar situações de perigo a tempo de agir para evitar danos ao veículo, aos passageiros e demais usuários da via.

Separamos 5 dicas fáceis para aplicar a Direção Defensiva em sua rotina e tornar o trânsito mais seguro para todos.

1. Condições do automóvel

 A primeira dica da Direção Defensiva começa antes de sair com o veículo para a rua: cuidar da manutenção do automóvel! Ela é fundamental para minimizar o risco de acidentes, já que garante o bom funcionamento do veículo. Pneus, freios, faróis e itens de segurança sem manutenção podem causar graves acidentes. Além da revisão periódica com um profissional, o motorista deve atentar no dia a dia à calibragem dos pneus, níveis de combustível e do óleo do motor, funcionamento e regulagem dos faróis e lanternas, e condições das palhetas do limpador de para-brisa.

2. Condições do Motorista

 Mais uma dica para ser seguida antes mesmo de sair com o carro da garagem: fazer uma auto análise se perguntando “estou em condições de dirigir?”. Não é recomendado conduzir se você estiver muito cansado ou com sono, tiver ingerido alimentos pesados (que podem causar sonolência), estiver emocionalmente abalado (por ter participado de uma discussão com familiares, por exemplo), ou consumido bebida alcoólica . Este último, inclusive, é infração de trânsito que causa suspensão na Carteira Nacional de Habilitação. 

3. Neblina

 Nesta época do ano é comum encontramos neblina quando saímos de casa cedinho. Neste caso você deve acender a luz baixa do farol (e o farol de neblina, se houver), já que a luz alta reduz ainda mais a visibilidade. Também é importante aumentar a distância do veículo à sua frente e reduzir a sua velocidade. Se precisar parar o carro no acostamento, não esqueça de ligar o pisca alerta!

4. Tempo seco: risco de queimadas

 Com o tempo seco, típico do inverno, aumenta o risco de queimadas à beira de rodovias. O contato da vegetação seca com as bitucas de cigarros lançadas pelas janelas dos veículos é uma das causas dos incêndio, assim como fogo para limpeza de terrenos, queima de lixo, fogueiras, queimadas para fins agrícolas não autorizadas e balões. O alerta é para que os motoristas evitem passar por estes locais, pois a fumaça pode causar baixa visibilidade e a sua inalação pode provocar mal estar e confusão mental nos ocupantes do veículo. Além disso, a fuligem proveniente da queimada pode reduzir a aderência do piso. Se constatar que é seguro passar pelo local, ligue a luz baixa do farol e nunca pare o veículo na pista, já que com a falta de visibilidade, os outros motoristas podem não vê-lo parado na pista.

5. Atenção com a pista molhada

 Além da baixa visibilidade, a neblina também pode deixar a pista molhada e escorregadia. O acúmulo de água na pista pode causar aquaplanagem, que é a perda da aderência do pneu com o solo. Para evitar esta situação você deve reduzir a velocidade utilizando os freios antes de entrar na região empoçada e aumentar a distância do veículo à sua frente.

São 5 dicas simples que aliadas à atenção e respeito no trânsito podem minimizar significativamente o risco de acidentes.

Fonte: Curso de Trânsito. Link: https://www.cursosdetransito.com.br/blog/2017/08/11/5-dicas-faceis-de-direcao-defensiva-para-melhorar-sua-seguranca/

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Verão: vestuário correto garante segurança no trânsito


Calçados frouxos não devem ser usados; dirigir com atenção é fundamental para evitar acidentes

As roupas e comportamentos no Verão costumam ser mais leves. Porém, no trânsito, o motorista não pode vacilar, comprometendo a segurança e a vida de todos os envolvidos, alerta o Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP).

Dirigir com calçados adequados, com vestimenta e comportamento corretos, de forma a garantir a segurança e a tranquilidade no trânsito, são atitudes fundamentais para evitar acidentes e mortes. Abaixo, reunimos algumas dicas importantes.
A principal delas é não dirigir/pilotar veículo usando calçado que não se firme nos pés ou comprometa a utilização dos pedais. Entre os exemplos estão chinelos, sandálias, tamancos e sapatos de salto. Nessa situação, o melhor é dirigir descalço.
Na motocicleta, é necessário estar com calçado fechado. O vestuário também deve ser adequado e aprovado pelo Conselho Nacional de Trânsito. Já os motociclistas profissionais (mototáxi e motofrete) devem estar com os coletes refletivos visíveis.
Não é nem preciso dizer que os motociclistas também devem usar capacete com viseira ou óculos de proteção. Nada de andar com a viseira levantada porque o item protege a visão contra pedras e insetos, por exemplo, que podem atingir o olho do motociclista.
As mesmas regras valem para os passageiros das motos. Vale lembrar que crianças menores de sete anos ou que não tenham condições de se cuidar não podem ser transportadas em motos.

No carro

No automóvel, o motorista pode dirigir sem camisa. Mas aproveitar aquela parada no semáforo para tirar o vestuário pode caracterizar infração por dirigir sem os cuidados essenciais à segurança. Outros exemplos são ler, comer, beber qualquer tipo de líquido, fumar, etc. A hidratação é importante, mas não deve ser feita com o veículo em movimento, apenas estacionado (com motor desligado).
“O condutor deve, a todo o momento, ter domínio de seu veículo, dirigindo com atenção e cuidados indispensáveis à segurança no trânsito. Dessa forma, estamos preservando vidas e respeitando as leis”, disse Maxwell Vieira, diretor-presidente do Detran.SP.
O condutor também não deve se aproveitar do engarrafamento ou sinal vermelho para tirar o cinto de segurança ou colocar os braços para fora do veículo. As duas mãos devem permanecer no volante, exceto para troca da marcha ou sinalizar mudança na direção.
Muitos condutores não sabem, mas a pala interna, mais conhecida como quebra-sol, é item de segurança obrigatório. Ela é aliada do motorista para proteger a visão do sol.

Chuva de Verão

Verão tem muito sol, mas também traz as famosas chuvas de verão. Nessa situação, é indispensável ligar o limpador de para-brisa e ajustar a velocidade de acordo com a intensidade da chuva.
Outra postura importante é manter a distância, já que a pista tende a ficar escorregadia. Ligar o farol baixo melhora a visualização dos veículos, principalmente se houver neblina. É importante também manter os vidros desembaçados.
É bom sempre reforçar a necessidade de fazer uma revisão no veículo, principalmente se vai pegar a estrada para longas distâncias nas férias ou festas de fim de ano: checar funcionamento dos faróis, luzes de freio, retrovisores, pneus, freios, suspensão, trincas no para-brisa, regulagem das portas, entre outros.
De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), desrespeitar essas normas gera multa e pontos na carteira de habilitação. As infrações variam de leve a gravíssima, e os valores vão de R$ 88,38 a R$ 293,47, com três a sete pontos na CNH.

Fonte: Detran SP