quarta-feira, 29 de maio de 2019

Última semana para licenciar veículos com placa terminada em 2, alerta Detran.SP

Taxa custa R$ 90,20 e por mais R$ 11 o condutor recebe o documento em casa

O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP) alerta que donos de veículos com placa terminada em 2 têm até o dia 31 de maio, próxima sexta-feira, para fazer o licenciamento anual. A partir de 1º de junho, quem circular sem o documento do exercício 2019 poderá ter o veículo apreendido.

A taxa do serviço é de R$ 90,20 para todo tipo de veículo e deve ser paga por meio do número Renavam (Registro Nacional de Veículos Automotores) nos bancos, caixas eletrônicos ou via internet banking. O proprietário precisa quitar débitos existentes, como os de IPVA, seguro obrigatório e multas.

Com o comprovante de pagamento e um documento de identificação em mãos, o condutor deve ir ao Detran.SP ou posto Poupatempo para solicitar a emissão do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV). Se preferir receber o documento em casa, existe a opção de pagar mais R$ 11 dos Correios junto com a taxa de licenciamento, dispensando a ida à unidade. Mas, neste caso, a entrega leva até sete dias úteis após a emissão.

O Estado de São Paulo tem mais de 30 milhões de veículos registrados. O calendário anual obrigatório de licenciamento começou em abril e vai até dezembro, de acordo com o final de placa do veículo. No entanto, não precisa esperar chegar o mês indicado. É possível licenciar de forma antecipada.

O passo a passo do serviço pode ser consultado em detran.sp.gov.br, na área de “Veículos”>”Licenciamento Anual”. A página disponibiliza um “tira dúvidas” e também um chat online para o motorista se informar melhor sobre o licenciamento.

Fonte: Detran.SP

quarta-feira, 22 de maio de 2019

Maio Amarelo: Detran.SP dá 12 dicas de segurança para motociclistas, principais vítimas de trânsito

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Capacete adequado, vestuário resistente e atenção no corredor estão entre as recomendações

O Estado de São Paulo registrou neste primeiro trimestre de 2019 o menor número de mortes no trânsito desde 2015, de acordo com dados do Infosiga-SP. No entanto, o número de óbitos de motociclistas, principais vítimas no trânsito paulista, teve aumento de quase 6%.

Neste Maio Amarelo, movimento internacional de conscientização para reduzir acidentes de trânsito, o Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP) faz um alerta: esse cenário pode ser  revertido com a adoção de comportamentos simples por quem anda sobre duas rodas.

Em 2019, foram 439 mortes de motociclistas no Estado contra 415 nos três primeiros meses de 2018 (aumento de 5,8%). Somente em março ocorreram 160 fatalidades contra 139 no ano passado (+15,1%).

Confira 12 dicas do Detran.SP para melhorar a segurança dos motociclistas:

* Capacete – Obrigatório para piloto e garupa. Minimiza as chances de ferimentos graves em um acidente. Deve estar devidamente fixado à cabeça, preso ao queixo por meio da cinta, sem folgas, e com a viseira totalmente abaixada. Na ausência dela, será necessário usar óculos protetor específico (não vale óculos com lentes corretivas ou de sol, beleza?). Precisa ter o certificado pelo Inmetro e deve ser aposentado sempre que receber forte impacto ou estiver com a altura da espessura da espuma do forro interno diminuída, o que compromete a proteção.

* Calçados e roupas resistentes – Por andar mais exposto, usar vestuário com tecido mais grosso protege melhor o motociclista. Nada de chinelos ou sandálias. Há botas, jaquetas e calças específicas, com material mais resistente para evitar lesões. Existem também coletes refletivos para sobrepor às roupas comuns e tornar o motociclista mais visível na via, principalmente à noite. Não esqueça, uma das principais regras de segurança do trânsito é ver e ser visto. O uso de luvas nas mãos também é indicado.

 *  Uso do celular - O celular pode ser utilizado como GPS acoplado por meio de suporte no guidão da moto. Contudo, só pode ser manuseado quando o veículo estiver estacionado e com o motor desligado. Nada de colocar o celular dentro do capacete para atender ligação nem mesmo utilizar fones de ouvidos para ouvir músicas no deslocamento, pois isso eleva o risco de acidentes ao tirar a atenção do motorista da via e diminuir a audição. Não deve ser utilizado em movimento em nenhuma hipótese nem mesmo em breves paradas em semáforos ou pedágios.

* Trafegar no corredor – A legislação federal de trânsito não proíbe a circulação de motos nos chamados corredores. Porém, o piloto precisa guardar distância segura lateral e frontal entre os demais veículos, considerando a velocidade e as condições do local, da circulação, do veículo e climáticas. Vale o alerta: o motociclista corre o risco de não ser visto pelos demais motoristas, principalmente se estiver entre veículos grandes, e se envolver em acidentes.

* Ultrapassagem à direita – Nunca! Os motoristas de carros não esperam essa atitude e isso aumenta o risco de colisão. A ultrapassagem deve ser feita em locais permitidos pela sinalização e pela esquerda, exceto quando o veículo a ser ultrapassado estiver na faixa apropriada e sinalizando o propósito de entrar à esquerda.

* Excesso de velocidade – É fundamental respeitar os limites, ainda mais estando sobre um veículo de duas rodas que deixa o condutor mais vulnerável e, em caso de acidente, projeta o corpo do piloto contra outro veículo ou o asfalto. O impacto é maior conforme aumenta a velocidades. 

*  Manobras - O motociclista deve estar montado ou sentado, com as duas mãos no guidão e os pés sobre os pedais ou assoalho, no caso de motoneta, para pilotar. Esqueça manobras perigosas, como empinar a moto. Além de colocar todos em perigo, gera a suspensão do direito de dirigir. Não é permitido também descer da moto e empurrá-la com o motor ligado para fazer alguma manobra. Então, nada de conversões proibidas, invadindo faixas de pedestres ou ciclovias destinadas às bicicletas.

* Escapamento esportivo – É permitido, desde que atenda o que prevê a legislação federal de trânsito. O motociclista não pode rodar com descarga livre, silenciador defeituoso, sem redutor de temperatura ou com dano que comprometa a eficiência do escapamento, situações que configuram infração de trânsito. 

* Alterações na motocicleta – Devem seguir as especificações previstas na legislação de trânsito e muitas devem ser anotadas no documento da moto. Na dúvida do que pode mudar, procure primeiro o Detran.SP. Guidão “seca-suvaco”, com manoplas acima dos ombros, é proibido porque altera a ciclística do veículo. A largura permitida pode variar entre 600mm e 950mm. A altura máxima é o limite da linha dos ombros. Por questão de segurança, espelhos retrovisores devem ter área refletora mínima de 69 cm². Os circulares devem ter diâmetro a partir de 94mm. Retrovisor rebatido (para dentro) no guidão é considerado infração.    

*  Antena corta-pipa – Apesar de não ser um item obrigatório, é de extrema importância para a vida do motociclista, pois impede o contato direto da linha cortante da pipa com o pescoço do piloto. Todo cuidado é válido!

* Buzina só na hora certa – Não deve ser utilizada de forma prolongada e a qualquer pretexto, apenas em situações necessárias para advertir pedestres e condutores de outros veículos, dando um simples toque.

*  Manutenção preventiva – Fazer aquele check-up evitará dor de cabeça e falhas inesperadas. Imagina o perigo de ficar com a moto travada numa curva de avenida ou rodovia? Confira sempre a calibragem e a aderência dos pneus, freios, buzinas, combustível, funcionamento do farol, entre outros itens importantes, e siga em paz.

Fonte: Detran.SP

quarta-feira, 15 de maio de 2019

Outono pede atenção com vela aquecedora de motores diesel

Componente impacta o bom funcionamento do motor em dias mais frios

O outono chegou e, com ele, as temperaturas mais amenas. Para garantir que isso não prejudique o funcionamento de veículos movidos a diesel, de médio e pequeno porte, é preciso ficar atento às condições das velas aquecedoras. O componente tem a função de facilitar a partida do motor quando ele está frio e estabilizar o seu funcionamento, evitando falhas.

Dificuldades na partida, emissão de fumaça branca no escapamento com o motor frio e lâmpada de avaria acesa no painel, no caso dos veículos mais novos, são sintomas de que a vela aquecedora está comprometida. “Se o motorista notar esses sinais, o recomendado é que ele procure por uma oficina de confiança, já que isso pode gerar outros problemas no veículo, especialmente no motor”, explica Hiromori Mori, Consultor de Assistência Técnica da NGK do Brasil. O especialista alerta que o ideal é optar sempre pela manutenção preventiva.  

Veículos mais antigos precisam de um cuidado ainda maior, já que as velas aquecedoras têm a sua vida útil determinada por ciclos de aquecimento. “Nesses casos, o componente é acionado em todas as partidas, e não somente quando a temperatura do motor está fria. Por este motivo, a manutenção nos veículos mais antigos deve ser mais criteriosa”, diz Mori.

O Consultor de Assistência Técnica da NGK recomenda ainda que sempre que necessária a substituição do componente, seja realizada também a troca de todo o conjunto de velas. Já que quando um dos itens apresenta falha, os outros tendem a apresentar problemas logo em seguida, o que pode gerar transtornos e maiores custos quando se trata de veículos comerciais.

Além de facilitar a partida em dias frios, as velas aquecedoras otimizam a queima de combustível, evitam falhas de funcionamento no motor, reduzem o nível de emissão de poluentes e de fumaça branca na fase fria do motor.

Fonte: NGK

quarta-feira, 8 de maio de 2019

Mercado de veículos mantém ritmo de recuperação

Emplacamentos registram alta acumulada de 12,2%, no primeiro quadrimestre de 2019, e de 9% em abril, na comparação com março.

A FENABRAVE – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores divulgou, nesta quinta-feira, 2 de maio, os dados de emplacamentos de veículos referentes ao mês de abril e acumulado do ano.

O Setor da Distribuição, representado pelos segmentos de automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros, somou, de janeiro a abril de 2019, 1.244.151 unidades licenciadas, o que representa aumento de 12,2% ante as 1.108.897 unidades comercializadas no mesmo período do ano passado.

Apenas no mês de abril, foram emplacados 339.424 veículos, 11,1% acima do volume registrado no mês de março de 2019, quando 305.524 unidades foram licenciadas. Na comparação com abril de 2018, mês que registrou 311.160 unidades emplacadas, a alta é de 9,08%.

Para o Presidente da FENABRAVE, Alarico Assumpção Júnior, o desempenho positivo, em abril, está relacionado aos dois dias úteis a mais, com relação ao mês de março. "O mercado, como um todo, manteve o ritmo de recuperação. A média diária de vendas cresceu 0,5%, o que, para nós, reflete a expectativa de aprovação das Reformas, que estão em andamento. Ao analisarmos o volume acumulado, nas vendas do primeiro quadrimestre, que tiveram importante crescimento, observamos que existe uma gradual elevação nos índices de confiança do consumidor, impactados pela provável resolução deste assunto”, declara o Presidente da entidade.

Nos segmentos de automóveis e comerciais leves, o resultado do quadrimestre registrou 801.330 unidades emplacadas, representando crescimento de 8,71% perante igual período do ano passado, quando foram licenciadas 737.135 unidades. Em abril, esses dois segmentos, juntos, somaram 221.321 unidades, contra 199.528 em março, registrando alta de 10,92%. Na comparação com as 209.940 unidades de abril de 2018, a evolução foi de 5,42%.

Alarico Assumpção Júnior comentou, ainda, que as projeções da FENABRAVE, para o mercado automotivo, em 2019, estão mantidas. "Após a aprovação das Reformas, temos consciência de que será necessário um tempo para a maturação e observação dos resultados, que refletirão, positivamente, na economia e na expectativa dos consumidores, que ainda vêm se mantendo cautelosos na tomada de decisão de compra", analisou o Presidente.

Acompanhe, na tabela a seguir, os dados de emplacamentos de veículos NOVOS para cada segmento automotivo.



Fonte: Fenabrave

quarta-feira, 1 de maio de 2019

Detran.SP informa: chegou a vez de licenciar veículos com placa terminada em 2

Taxa custa R$ 90,20 e por mais R$ 11 o motorista recebe o documento em casa; passo a passo está disponível em detran.sp.gov.br

Seu veículo tem placa terminada em 2? Se a resposta for sim, você tem até o dia 31 de maio para regularizar o licenciamento, alerta o Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP). O calendário anual obrigatório começou em abril e vai até dezembro, de acordo com o final de placa. O valor da taxa é de R$ 90,20 e por mais R$ 11 o motorista pode receber o documento em casa.

O Detran.SP ressalta que não basta apenas pagar a taxa, é preciso que haja a emissão do documento. Por isso não é aconselhável deixar para a última hora. Os mais esquecidos podem contar com a ajuda do Detran.SP e receber gratuitamente um alerta 30 dias antes do vencimento via SMS e push no celular. Para isso, é só cadastrar o celular no portal detran.sp.gov.br e autorizar o recebimento.

Hoje, o Estado de São Paulo tem mais de 30 milhões de veículos registrados. Para circular, todo veículo precisa estar com o licenciamento em dia, independentemente do ano de fabricação.

Confira o cronograma anual do licenciamento que vale para todos, exceto para caminhões - cujo calendário obrigatório começa em setembro:



O passo a passo para fazer o serviço pode ser consultado em detran.sp.gov.br, na área de “Veículos”>”Licenciamento Anual”. A página disponibiliza um “tira dúvidas” e também um chat online para o motorista se informar melhor sobre o licenciamento.

Como licenciar – O valor do licenciamento em 2019 é de R$ 90,20 para todo tipo de veículo. Não é necessário ir às unidades do Detran.SP ou imprimir boleto para pagar a taxa. Basta informar o número do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) ao caixa bancário ou selecionar essa opção nos terminais eletrônicos das agências ou no internet banking. É preciso quitar possíveis débitos de IPVA, seguro obrigatório e multas, por exemplo. Algumas unidades do Detran.SP dispõem de máquina para pagamento com cartão de débito. Não precisa esperar chegar o mês do final de placa do veículo. É possível licenciar de forma antecipada.

Retirada do documento – Com o comprovante de pagamento e um documento de identificação em mãos, o condutor pode ir ao Detran.SP ou posto Poupatempo para solicitar a emissão do documento. Se preferir, pode pagar junto com a taxa o custo de envio pelos Correios, de R$ 11, para receber o documento em casa. A entrega pode ser acompanhada pelo portal www.detran.sp.gov.br, em “Serviços Online”.

Apreensão do veículo – Licenciamento em atraso gera a remoção do veículo ao pátio. Além disso, o proprietário recebe multa de R$ 293,47 e sete pontos na habilitação por conduzir veículo que não esteja devidamente licenciado, o que é infração gravíssima, conforme o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Pagar o licenciamento em atraso também gera a cobrança de multa e juros. Caso não seja feito, o dono do veículo pode ter o nome inscrito no Cadastro Informativo dos Créditos não Quitados (Cadin) e na dívida ativa do Estado pelo débito em aberto.

Fonte: Detran.SP